domingo, 15 de maio de 2016

Mouthless - Silêncio de Amor


Ultimamente estou tentante praticar o silêncio, inclusive na instância profissional. O mundo não gosta de pessoas sinceras, que confessam, que contam as coisas. O mundo trata essas pessoas muito mal. O mundo acolhe os que mentem, e que mentem mentiras dolorosas, e não aquelas mentiras piedosas. O ditado "Si la parole est d'argent, le silence est d'or" ou "Se a fala é prata, o silêncio é ouro" é uma verdade, dessas que a filosofia diz que não exite (mas existem sim), as verdades absolutas.

Inspirada nessa minha fase, comecei umas ilustrações com título Mouthless: Silêncio de Amor, Silêncio de Flores, Silêncio de Doce.

Dessa vez é o Silêncio de amor: Canson e marcadores Posca e Koi.


Bisous.

sábado, 14 de maio de 2016

Aquarelando Sadness


Novamente, dois meses depois da última postagem. Nem vou prometer mais nada, porque né? Pois é. Não está fácil manter-me fiel à palavra de boa owner quando se tem um monte de coisas acontecendo: 2016, até agora, tem sido difícil.

Essa aquarela fiz uns meses atrás, num domingo quente e sem graça, após assistir novamente Insideout ou Divertidamente, título em português da animação da Pixar, que inclusive levou o Oscar. Fazia tempo que uma animação não mexia tanto comigo, acho que desde Up (que também ganhou uma ilustração; mostro em outro momento). 

Usei todas as minhas aquarelinhas azuis, todas de marcas mais ou menos, indicadas para iniciantes. Aquarela é uma técnica cara, linda de morrer e apaixonante. Queria muito me dedicar mais e poder investir em materiais melhores, o que pretendo fazer em breve (mas vamos ver se eu consigo).



Bisous.

domingo, 13 de março de 2016

Marcadores: onde, como, quanto




Olha eu aqui de novo, escrevendo nesse bloguinho, que estava parado e entregue às moscas, que coisa linda, né? Pois é. Não que a minha vida esteja menos corrida e ocupada, mas me forcei a vir aqui e movimentar as cousas.

Direto ao ponto: marcadores.

Tenho poucos e os comprei aqui por Fortaleza mesmo, e não foi fácil encontrá-los, além de outros probleminhas do tipo, preços malucos, atendimento lixo, etc, etc coisa e tal.

Posca, Koi e Tombow comprei na CD Max da Avenida Santos Dumont, vulgo lá onde Judas perdeu as botas, ao menos para mim, suburbana, cidadã montesina da Regional IV. Foi caro, a mais cara foi a Koi, quase 30 moças da república por uma canetinha marcadora com qualidade ok. A Tomboy custou 21, salvo engano. E as Poscas por volta de 20. Eu me senti assaltada, mas tudo bem. O atendimento é aquela coisa, você é pobre e eu não vou te atender. Os vendedores são muito mal humorados, não ligam pra você, especialmente se você estiver mulambuda, de chinelo havaiana, como eu sempre ando por aí, uma herança da minha estadia no Rio, deixar de frescura pra se vestir, se está quente, usa chinelo e pronto. Ainda teve o evento duma criatura, um senhorzinho (o dono?) ficar me perguntando se eu sabia usar os materiais que estava comprando. E se eu não soubesse usar? E daí, né? Dica: tem CD Max no Centro, atendimento bem melhor. Não tem todos os materiais que encontramos na sede fresca, mas quebra um galho.


Daí eu tive a ideia linda de procurar pelo Centro, e cheguei naquela parte, próxima ao antigo mercado, Praça dos Correios, que só tem loja atacadista de material escolar, mas que também vende alguma coisa a varejo e lá encontrei canetas Posca de 12,90 e me senti a pessoa mais burra do universo. O atendimento dessas lojas também não é bom, mas me incomoda menos do que a esnobice da outra e o precinho é maravilhoso. E lá também encontrei o estojo com milhares (24) canetas Sharpie *_*!

Conselho, procurem sempre no centro das suas cidades, porque a tendencia é que seja mais barato. Pessoal do Rio, casas cruz pra sempre. Que saudade :(.




Inté.

domingo, 6 de março de 2016

Marcadores e Meninas




Dois meses depois estou cá de volta, sem conseguir cumprir minhas metas: que vergonha. Mas como expliquei no Solilóquios, não está sendo fácil.

Mas então, desde o final de 2015 que ando às voltas com essa vontade de usar marcadores para desenhar. Comprei alguns no mesmo ano, no tempo em que eu ainda podia gastar com essas coisas, porque agora estou pobre-falida e não dá. Quem sabe daqui a pouco fico rica, né rs? Sonhar não custa nada. Então quando eu estava mais riquinha, comprei umas canetas Posca (como vocês falam? Eu falo pósca), Tombow, Koi, e um conjunto lindão da Sharpie. As que eu mais gostei são justamente as Poscas. Devo fazer um post apenas sobre como e onde comprei e tudo o mais. Espero que logo, vamos ver.

Estou esboçando, faz uns três meses, umas mocinhas fofas, umas flores, umas coisas inspiradas em Mucha e Art Deco. prometo que mostro tudinho em breve; torcendo para que meu "em breve" não me custe mais dois meses ou mais.




Minha Faceless, que pretendo que vire uma tattoo (ou uma linha) é a que mais me agradou.

Inté.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Aquarelando ❤



Primeira postagem de 2016 sobre trabalhos de 2015, eba! Mas devagar eu retomo o ritmo de produção que um dia tive. 

Como contei em algum lugar por aqui, fazia tempo que eu não trabalhava com aquarela, perdi meio que o jeito, então estou num processo de redescoberta. Primeiro com os lápis aquareláveis da Staedtler, muito bonzinhos. Depois comprei um estojinho da Koh-i-Noor, que eu não dava nada porque parece estojo infantil de aquarela, mas até que me rendeu algumas alegrias. E por fim comprei um estojo de bisnaguinhas da Pentel que tem me feito muito feliz. Papel eu uso da Canson para aquarela, gramatura 300 e, apesar de nem ser o Moulin du Roy, não tenho queixas, ótimo papel, a Canson é bem confiável.

Nesse momento eu quero muito um Sketchbook para aquarela, para treinar, assim como outros materiais mais bacanas para aquarelar, como papel da Montval e o Aquarelle da Canson, que é tipo um caderno. E depois investir nos papeis caros, como o Arches e o Fabriano. Depois um ótimo estojo de aquarela em pastilha, godês próprios para aquarela, etc. E mais pincéis.






Bisous.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Let's try again




Apesar de que este ano, de todo o tempo  desse bloguito, foi o ano com maior atividade por aqui, foi um ano pobre em relação às minhas colorices. Na verdade, foi pobre de tudo, 2015 foi um ano bem ruinzinho. 

Esse ano quase consegui movimentar as coisas por conta do canal no Youtube, com alguns vídeos speed drawing, que estavam indo muuito bem, até um monte de problemas me impedirem de continuar, coisa que não pode acontecer, mas a procrastinação perante as adversidades da vida sempre foram um obstáculo muito maior do que as minhas forças. Aliando ao fato de que ser professora não é fácil, a emenda saiu pior do que o soneto, ou seja, o lugar que criei pra me motivar a continuar a desenhar e produzir, me cansa só de olhar. Não ajuda também a falta de motivação por conta de gente espertinha que aparece vez ou outra pra sabotar. Mas vai melhorar.

A última vez que escrevi por aqui foi há três meses atrás, com promessa de voltar mais vezes, ao menos uma por semana, o que não aconteceu. E de novo vou me prometer que vou atualizar o blog, a página e o canal com material novo, assim como a lojinha, porque afinal é um ganha-pão, que eu queria muitomuito que se tornasse "o ganha-pão", desejo de ano novo.

Torçam por mim, tudo bem? Tudo bem então ;).

Bisous.


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Atelier

Dando sequência ao esboço de retorno com a vida virtual do meu trabalho como La Coloriste, enquanto não apronto algo imagético, feito por mim, pra mostrar por aqui, decidi mostrar todos os simulacros de ateliês que já tive.

Quando eu morava no Rio, bem no começo de tudo, eu só tinha um pedacinho da mesa do computador, mesa que por sinal eu odiava, porque eram aquelas mesas tipo casas bahia, toscas, de mdf, hor-ro-ro-sas, mas servia pra desenhar. Morávamos num apartamento pequenininho. Depois nos mudamos para outro maior e criei um atelier estilizado no meu quarto. mesa improvisada (um suporte de máquina de costura antiga e uma janela velha. O último estágio do atelier, já com mesa apropriada, luminária (papel de parede *_*), houve toda a treta da separação e perdi tudo, voltando para Fortaleza, o que foi uma burrice, mas deixa pra lá. 

Aqui em Fortaleza, em alguns meses nos mudamos para esse apartamento, que tem uma sala ampla, com uma espécie de divisão, com janelas enormes e muita luz, e nesse lugar arrumei o que chamo de atelier, que está se auto-construindo (e destruindo com os gatos tocando o terror).

O que eu queria, de verdade: uma mesa pra desenhar (minha antiga mesa virou mesa de janta e a mesa do pc, que hoje é uma mesa linda e clean, só que não deixa espaço pra criar. Uma cadeira, porque a minha cadeira da antiga mesa de desenho foi roubada pela companhia de mudança. Eu fiz um post no Solilóquios sobre isso, mas a safada da empresa me ameaçou. Se quiserem, enviem e-mail que eu terei prazer em dar detalhes, empresa é carioca e eu não recomendo nem pras inimigas.


 No Rio. Segunda versão do atelier, antes de comprar os movéis e do papel de parede, mas já era bonitinho.




Fortaleza, mas já não está assim. tem a mesa do pc, que eu nem uso pra desenhar, mas tudo bem. Depois eu mostro a versão atual. na verdade acredito que a mostrarei quando não for mais essa de hoje em dia, mas tudo bem.



Bisous.
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